- Desenvolver o termo de abertura do projeto.
- Desenvolver a declaração do escopo preliminar.
Na próxima postagem, falaremos do grupo de processos que detém o maior número de processos dentre todos os outros. Não deixem de acompanhar...
Este blog foi criado com a intenção de contribuir com a gestão de TI nas organizações. Estaremos postando conceitos, dicas, experiências e temas relevantes em relação à governança e à gestão de TI. Buscaremos mostrar como funciona uma TI inteligente!! Espero que curtam as ideias...

Nesta postagem estreamos um pequeno espaço que visa descontrair um pouco o ambiente deste blog. Sempre que acharmos que uma carga muito grande de informação foi passada sem que tivéssemos um momento de descontração, daremos uma pausa para falarmos sobre outros assuntos, já que ninguém é de ferro!!!
A Copa do Mundo está aí!!! Como sou vidrado em futebol espero acompanhar o máximo que puder (e que o trabalho deixar). Como mais um técnico, entre os milhões de brasileiros, não estou levando muita fé na nossa seleção. Nomes como Josué e Kleberson soam como estrangeiros em meio a tantos craques que o anão mestre (Dunga) deixou de fora. Apesar de todos os xingamentos e promessas de que não iremos torcer pelo Brasil, na hora que a bola rola não tem jeito, estamos lá vidrados e roendo as unhas. Sina de torcedor...
Rapidinhas:
Felipão no Mengão (Sonho de inverno!!!) – Como rubro-negro fiquei entusiasmado com a notícia vinculada na terça-feira dia 08/06 que dizia que o Flamengo tinha “quase tudo” acertado com o Scolari. Alegria de pobre dura pouco... duas horas mais tarde o Renato Maurício Prado (jornalista que deu a notícia) foi desmentido pela Patrícia Amorim...

Logo da Copa de 2014. Alguém pode me explicar que porcaria de logo é essa mostrada ao lado? Será que é o Chico Xavier psicografando? Será que é a cara de vergonha do povo brasileiro vendo as promessas de infraestrutura não serem cumpridas e o dindim público sendo desviado? Será que é um bocado de mãos dando um mega “pedala robinho”? Será que é um presságio da foto do Dunga com a nossa seleção na Copa da África? Será que é a torcida do Vasco no final do ano? Tirem suas próprias conclusões...
BP e o Golfo do México – Pela enésima vez a BP disse que falhou a tentativa de estancar o vazamento que tanto tem castigado o golfo do México. Não estaria na hora do mundo inteiro fazer uma manifestação? Por que a ONU não entra no assunto e alguém sério aplica uma multa daquelas?
Uuuuuuooooooooooooooonnnnnn!!! Bem, tocou o sinal, vamos voltar com a corda toda para o gerenciamento de projetos? Sigam-me os bons!!!!
Caro leitor, na verdade não há muito o que falar sobre o conceito de áreas de conhecimento. O que podemos dizer é que as áreas de conhecimento agrupam os processos de forma lógica, dividindo-os em relação a um determinado objetivo. No total são nove áreas de conhecimento e as mesmas tratam dos tópicos que necessitam de controle e gerência para que o projeto consiga alcançar seus objetivos. Abaixo listamos todas as nove áreas de conhecimento descritas pelo PMBOK:
Integração do gerenciamento do projeto – Processos que fazem a “cola” entre os outros processos de cada grupo. Possuem visão integrada do projeto.
Gerenciamento do Escopo do projeto – Processos relacionados ao escopo do projeto.
Gerenciamento do Tempo do projeto – Processos relacionados ao cronograma do projeto.
Gerenciamento do Custo do projeto – Processos relacionados aos custos do projeto.
Gerenciamento dos Riscos do projeto – Processos que tratam dos riscos identificados no projeto.
Gerenciamento da Qualidade do projeto – Processos que fazem o controle e a garantia da qualidade do produto assim como do projeto em si.
Gerenciamento dos Recursos Humanos do projeto – Processos que tratam dos recursos humanos.
Gerenciamento das Comunicações do projeto – Processos que gerenciam a comunicação dentro do projeto.
Gerenciamento de Aquisições do projeto – Processo responsável por tratar com fornecedores do projeto.
Vejam que coisa linda de Deus!!! As áreas de conhecimento não estão descritas de forma aleatória. É interessante notar, conforme figura abaixo, que as áreas de conhecimento estão diretamente relacionadas com a tríplice restrição que existe em cada projeto (custo, escopo e tempo). Decorrente da gerência desses três temos a área de conhecimento responsável pela qualidade. Os processos em torno desse núcleo (riscos, comunicação e integração) garantem o andamento do projeto, protegendo o que está definido na tríplice restrição. Recursos humanos e aquisições completam o quadro alimentando a engrenagem para que tudo funcione. É ou não é algo bem pensado? Ninguém se arrepiou, nem um pouco, com esta explicação?

Nas próximas postagens voltaremos aos grupos de processos para identificarmos individualmente cada um deles. Após esta definição mergulharemos nos detalhes referentes as áreas de conhecimento, especificando melhor cada processo que o compõe.
Sigam-me os bons!!!!
Nesta postagem estaremos falando de um tema que gera um pouco de confusão na cabeça das pessoas, o Ciclo de Vida de um projeto. Como teremos a possibilidade de ver nas próximas postagens, o PMBOK definiu cinco grupos de processos: o grupo de iniciação, o grupo de planejamento, o grupo de execução, o grupo de controle e o grupo de encerramento. Como os nomes desses grupos nos remetem a nomes utilizados para representar fases de um ciclo de vida, é comum vermos, até entre alguns autores famosos de gerência de projeto, a definição dos grupos de processos como sendo o ciclo de vida do projeto. Isto está errado!!!! Na verdade o que o PMBOK preconiza é que o ciclo de vida do projeto deve definir as fases que ligarão o início ao fim de um projeto e que a sua elaboração deve ser progressista. Parece ser algo bem genérico, mas é isso mesmo! Não existe um ciclo de vida ideal do projeto. O melhor caminho a seguir vai depender da organização e do produto a ser construído. Assim, em um projeto de software, por exemplo, pode-se utilizar o RUP como o ciclo de vida de seu desenvolvimento e a cada marco, ou seja, a cada entrega a ser feita pelo projeto, todos, ou quase todos, os processos dos cinco grupos descritos acima deverão ser executados novamente e assim sucessivamente até a entrega do produto final.
Outra confusão comum nas pessoas diz respeito a diferença entre o ciclo de vida do projeto e o ciclo de vida do produto. Não confundamos, por favor! Como demonstrado na figura abaixo, o ciclo de vida do produto é sempre maior do que o ciclo de vida do projeto. Uma experiência que passei a pouco tempo mostra exatamente isso. Fiquei como líder de um subprojeto cujo objetivo era produzir o plano de capacidade para um grande sistema que está sendo desenvolvido(grande mesmo, com um cronograma de 5 anos). Terminado o subprojeto, o documento final, ou seja, o plano de capacidade estava pronto em sua versão final, porém no decorrer do projeto de desenvolvimento do software, certamente, este plano deverá ser revisitado e provavelmente adaptado as mudanças que certamente irão acontecer no decorrer desses anos de projeto. O produto (plano de capacidade) possui, portanto um ciclo de vida muito maior que o projeto que o produziu (que finalizou de forma satisfatória e com sucesso, graças a Deus!).
Uma última informação que julgo ser pertinente em relação ao ciclo de vida do projeto, diz respeito a influência das partes interessadas (stakeholders – ver postagem anterior) ao longo do ciclo de vida do projeto. No início do projeto, em suas fases iniciais, onde os custos da mudança são baixos, há a expectativa de que a influência dos stakeholders seja grande. Com o decorrer do tempo, é importante que esta influência esteja devidamente mitigada, pois caso venham a acontecer, o projeto poderá ter um custo maximizado, conforme demonstra gráfico abaixo.
Amigos, acredito que vamos mergulhar agora em uma fase bastante interessante do PMBOK. Vamos verificar as áreas de conhecimento e os grupos de processos.
Are you ready? So, here we go!!!!


